Em sessão produtiva, paralamentares reivindicam e reclamam atrasos em obras
Delma: afirma a necessidade de quebra-molas nos locais onde acidentes são iminentes, reafirma o curso profissionalizante em corte e costura e requer do governo municipal a instalação de um centro de formação profissionalizante contínuo para os jovéns se qualificarem para o mercado de trabalho.
Marivaldo: retoma discurso de Delma e pede incentivo para a geração de emprego e renda em Cuitegi, requer que sejam feitas melhorias nas estradas vicinais da zona rural e o conserto do veiculo da Malhada.
Cida: elogia a mobilização contra a dengue, feita pela Secretaria de Saude, e pede que este tipo de atividade seja expandida para todo o municipio, inclusive a zona rual. Pediu também que fosse tomado providência para uma prevenção mais acentuada no em relação à dengue e que o prefeito trouxesse o carro-fumacê. Lembrou ainda das auxiliares que estão trabalhando dois horários em detrimento de outros que trabalham apenas um. Pediu que Ednaldo revisse essa questão.
Dida: reclama a demora na construção do Posto de Saude do Conj. Roberto Paulino, que segundo ele há muito tempo iniciaram as obras e não concluiram, uma obra relativamente pequena. Referindo-se ao Posto de Saúde da Chã, disse que o mesmo não oferece condições de trabalho e que o povo não merece tanto sofriemnto disse Laelson. Que ainda cobrou a volta do funcionamento da Junta do Serviço Militar em Cuitegi.
Regi: sugere uma vaquinha para comprar um computador para a Junta, e afirma que não é só esse o problema de Cuitegi, pois tudo vai mal, educação, saúde, agricultua, esporte e infraestrutura. O calçamento da Palmeira que não sai, a ponte da Malhada, os esgotos cheios de lixos e entupidos entre outros tantos. Pede que o Prefeito vá a uma rádio explicar à sociedade onde está o dinheiro desses eventos.
A vereadora Mõnica usou a tribuna para pedir a reforma de Mercado Público, que a quadra de esportes fosse trocada por casas populares e dizer que em Alagamar afirmaou o melhor candidato ser Chico Mala.
Doca e Pedro Cangula ficaram calados.