Governo deve lançar até março Programa Ações Afirmativas

O governo deverá lançar, até o final do primeiro trimestre, o Programa Nacional de Ações Afirmativas, com medidas que incentivem a inclusão das diversas matrizes raciais no processo produtivo e cultural do país.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (7) pela ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros. Ela participou, na Petrobras, da assinatura de um protocolo para a promoção da igualdade racial dentro da empresa, juntamente com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
“Nós estamos terminando de preparar o que chamamos de um Programa Nacional de Ações Afirmativas, que ainda não passou pela Casa Civil, mas já está todo formatado para que, até o final do primeiro trimestre, a gente coloque na rua”, disse a ministra. Entre as iniciativas previstas no protocolo, estão a valorização nos processos de seleção de patrocínios culturais de critérios relativos a projetos voltados para a promoção da igualdade racial, das artes negras e de outros segmentos étnicos.
Gabrielli ressaltou que pesquisa interna aponta que 25% dos cargos de chefia da estatal já são ocupados por pessoas que se identificam como pardas ou pretas. Segundo ele, dos empregados da estatal, 18.468 afirmam ser afrodescendentes.
Agência Brasil

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Governo deve lançar até março Programa Ações Afirmativas

O governo deverá lançar, até o final do primeiro trimestre, o Programa Nacional de Ações Afirmativas, com medidas que incentivem a inclusão das diversas matrizes raciais no processo produtivo e cultural do país.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (7) pela ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros. Ela participou, na Petrobras, da assinatura de um protocolo para a promoção da igualdade racial dentro da empresa, juntamente com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
“Nós estamos terminando de preparar o que chamamos de um Programa Nacional de Ações Afirmativas, que ainda não passou pela Casa Civil, mas já está todo formatado para que, até o final do primeiro trimestre, a gente coloque na rua”, disse a ministra. Entre as iniciativas previstas no protocolo, estão a valorização nos processos de seleção de patrocínios culturais de critérios relativos a projetos voltados para a promoção da igualdade racial, das artes negras e de outros segmentos étnicos.
Gabrielli ressaltou que pesquisa interna aponta que 25% dos cargos de chefia da estatal já são ocupados por pessoas que se identificam como pardas ou pretas. Segundo ele, dos empregados da estatal, 18.468 afirmam ser afrodescendentes.
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